Saí de casa às 14 horas e fui para o terminal rodoviário Tietê pegar meu ônibus com destino a Campos do Jordão. Meus pais e minha irmã já estavam lá desde quinta-feira, só eu estava faltando.
Entrei no ônibus e dormi, quase que instantâneamente. Acho que a ressaca do dia anterior falou mais alto. Quando voltei a abrir os olhos, estava na rodoviária de São José dos Campos, desesperado. Será que eu dormi demais? Só acalmei quando lembrei que o meu ônibus tinha meu destino como ponto final. Ufa, podia voltar a apagar.
Tornei a abrir os olhos na maravilhosa entrada da cidade cujo frio eu tanto amo. Venho nesse paraíso das araucárias desde pequenininho, por vezes já vi as bolas floridas de hortências ou provei de um bom chocolate quente. Liguei para meus pais e eles já estavam na rodoviária me esperando, como isso é bom. Desci do ônibus e fui bem recebido com um caloroso abraço do meu pai, nem deu tempo de sentir o choque térmico da saída do ônibus quentinho para o friozinho de 11°C do lado de fora. Minha mãe abriu aquele sorriso e minha irmã apenas me olhou de lado. Sensação de hospitalidade, momento família. Melhor, impossível.
| Meu pai |
Entramos então no Kouguen, avaliado num guia de viagem como um dos melhores restaurantes japoneses da cidade. Estava com um pouco de fome e pedi um yakissoba com truta, uma das especialidades da casa. Uma delícia!
| Yakissoba com truta |
| Chocolate quente e Strudel! |
| Carpas |
Minha irmã estava insistente na idéia de que ia andar a cavalo, só precisava de alguém para acompanhá-la. Topei e quebrei o galho dela. Pegamos um passeio rápido de 30 minutos e trotamos por um percurso que levava até uma cachoeirinha. Acho que exageramos na velocidade e isso resultou numa dor nas pernas e na bunda, cômico para não dizer trágico. Valeu a pena.
Voltamos para a colônia para almoçar e tivemos um banquete. Almocei como um rei, com direito até ao chopp Baden Baden, a cervejaria artesanal da cidade. Minha mãe recebeu uma rosa e ficou toda feliz, mas disse que o melhor era ter seus filhos por perto. Fui o meu próprio presente de Dia das Mães pra ela e seu sorriso foi só um sinal de como ficou satisfeita.
Depois do almoço, fiquei um bom tempo com meus pais, sendo o centro das atenções. Liguei para minha avó que está lá em Presidente Prudente e desejei o Feliz Dia das Mães. Antes de ir embora, meu pais insistiu para que fôssemos na fábrica do chocolate Araucária, famosa marca da cidade. Coroei minha viagem. Às 17 horas, peguei meu ônibus de volta para São Paulo. Demorou um pouco mais do que na ida, muita gente retornando à capital. Queria ter ficado mais, já estou com saudades. Mãe, eu te amo!
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